Vou iniciar este artigo com uma
pergunta: Onde foi parar nosso o amor ao próximo? Esta pergunta eu me fiz há um
tempo atrás quando fui a um Congresso da Visão Celular onde estava presente o
Patriarca (ex Apóstolo, futuro: quem pode saber?) Renê Terra Nova. Não tenho
nada contra ele, mas muito menos tenho a favor depois do que eu mesma vi, que
para mim foi o exemplo mais sórdido de vanglória e abuso que eu já tive o
desprazer de presenciar, onde ele, aproveitando-se de sua posição humilhou uma
pessoa de uma forma que eu nunca tinha visto alguém fazer e nem imaginava que
poderia acontecer muito menos dentro de um lugar chamado “Igreja”. A vítima foi
um operador de áudio que a meu ver teve a infelicidade de trabalhar no evento,
a sessão de auto-idolatria e humilhação do dito Patriarca durou mais de vinte
minutos, tudo de forma mais indiscreta possível ao som do microfone e
principalmente ao som de aprovação das centenas de pessoas ali presentes, enquanto
isso o rapaz literalmente não sabia onde se esconder enquanto tentava
inutilmente arrumar o som de forma que agradasse a “Sua Santidade Patriarcal”
que de tudo reclamava; me entendam, o som não está bom? Arrume, converse,
planeje, seja educado , teste, porte-se de acordo, mas parece que isso amados é
só para pessoas “desimportantes” como você e eu que não somos “autoridades
espirituais” e sim simples cristãos, pessoas como ele agem como ele agiu e
dizem: “Meu amigo você é um incompetente, tem que escolher uma profissão para o
qual você tenha competência para exercer,eu sou Apóstolo, pois sou competente
no que faço, por isso estou aqui para falar à todas essas pessoas...” e mais um
monte de bobagens e ofensas ao rapaz. Meus amigos, imprevistos acontecem,
concordam? E isso não é desculpa para humilhar ninguém. Esse deve ser o
comportamento de quem se autodenomina “Paipóstolo”? Alguém assim não deve ser
chamada de Apóstolo, Pastor e nem mesmo cristão, se você não é capaz de amar ao
seu próximo que você vê e está do seu lado como pode amar a Deus que não vê?
Esse rapaz não era cristão, agora me diga sinceramente: você acha que um dia
vai ser? Eu creio que será mais fácil encontrá-lo em uma mesa branca recebendo
o espírito do “Chacrinha” do que ouvindo a Palavra de Deus em uma igreja. Mas o
que mais me aterrorizou foi os presentes
apoiando, gritando e achando tudo magnífico tal qual seu líder, pessoas
sem personalidade cristã, que têm por lei o que sai da boca de um homem, que
não conhecem o amor, e seu maior desejo é ser uma réplica exata do seu líder,
amados irmãos compreendamos: pessoas são mais importantes do que coisas,
pessoas são mais importantes do que tudo! O amor dentro de mim tem que ser
maior do que minha ira, maior do que minha indignação, do que minha
impaciência, preconceito, e etc. Mais importante do que raspar a cabeça em
sinal de voto é o amor, mais importante é o interior do que o exterior, um ato
de amor é infinitamente maior do que qualquer voto. Não posso crer em um
Pastor, Padre, líder qualquer que seja incapaz de amar e principalmente de
respeitar as pessoas, com seus erros inclusive, não posso crer em um amor
diferente do de Cristo para conosco que é igual para todos e incondicional, não
posso crer em um evangelho baseado em bênçãos, promessas e prosperidade
financeira que mais aprisiona do que liberta as pessoas, e, sobretudo não posso
crer em pessoas que se autodenominam
Apóstolos, Paipóstolos, Bispos, Patriarcas, Pastores e quais nomenclaturas
mais tiverem porém simplesmente são tão diferentes de Jesus. Ninguém vai nos ouvir sem amor.
I CORÍNTIOS 13:
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

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